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Inauguração do canal do Chiveve vai melhorar a vida da população

O Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, diz que a inauguração do canal do Chiveve na cidade da Beira, a capital da província central de Sofala, vai contribuir para a resolução dos problemas de saneamento do meio e para a melhoria da qualidade de vida das populações.
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Falando, esta segunda-feira, no acto inaugural desta infra-estrutura, construída no âmbito do Programa Estratégico de Resiliência Climática, Carlos Agostinho do Rosário, destacou que esta infra-estrutura, orçada em 13 milhões de dólares, para além de resolver os problemas de saneamento do meio, também vai ajudar na prevenção de doenças como malaria e cólera.Carlos Agostinho do Rosário é citado na edição de hoje do jornal "Noticias" a manifestar a sua satisfação pelo facto de os recursos financeiros que eram alocados anualmente para trabalhos de protecção e reabilitação do canal, doravante, poderão ser canalizados para outras actividades prioritárias. "Todos nós ainda temos na memória o drama que se vivia na cidade da Beira sempre que chovesse.

A dimensão do problema e seu impacto negativo fizeram com que a solução estivesse no topo das prioridades do Governo", explicou.Neste momento, segundo Carlos Agostinho do Rosário, o Governo continua empenhado na conclusão de outros projectos concebidos para melhorar a resiliência da cidade da Beira face ao impacto das mudanças climáticas.Trata-se das obras de reabilitação e expansão do sistema de drenagem das águas pluviais, que inclui a operacionalização de 9,5 quilómetros de canais primários e construção de infra-estruturas complementares de controlo das águas e da bacia de retenção em Muanza com capacidade para 150 mil metros cúbicos.Na ocasião, Carlos do Rosário, destacou a contribuição financeira do Governo da Alemanha, através do Banco Alemão de Desenvolvimento (KFW), assim como do Banco Mundial para a materialização do projecto."Tenhamos sempre presente que se por falta de cuidado deitarmos lixo nas valas na primeira chuva que cair a água não vai passar e tudo vai ficar inundado, anulando o impacto positivo que esperamos deste sistema", advertiu Carlos Agostinho do Rosário.


fonte:AIM