A MENA especificou que os deputados sustentaram que os documentos enviados por Al-Sadat para as instituições internacionais "difamam" o parlamento egípcio.
O seu presidente, Ali Abdelal, afirmou na sessão, que decorreu hoje, que o lugar ocupado por Al-Sadat vai ficar vazio até que se realizem novas eleições na circunscrição representada pelo deputado.
Al-Sadat tem sido muito crítico com algumas leis aprovadas pelo parlamento, desde que foi formado em janeiro de 2016, e um dos poucos que se opõe ao governo do presidente Abdelfatah al Sisi no parlamento.
Este destacado político é o neto do defunto presidente Anwar al Sadat, que foi assassinado em 1981, depois de assinar um acordo de paz com Israel.
Há um ano, o parlamento egípcio também expulsou o deputado Tawfiq Okasha por se reunir com o embaixador israelita no Cairo, Chaim Koren, o que provocou uma grande celeuma parlamentar.
Okasha foi acusado pelos seus pares de procurar favorecer a normalização com Israel, país com quem o Egito mantém relações tensas, devido à rejeição de várias partes do acordo de paz de 1979.
fonte:noticiasaominuto