Durante vários anos foi apontado como o natural sucessor do pai, Kim Jong-il. Mas depois de ter tentado entrar no Japão, com um passaporte falso, perdeu credibilidade na Coreia do Norte.
Foi exilado pelo pai, viveu entre Macau e Pequim, na China, até à morte do antigo ditador, em 2011.
Nos últimos anos esteve escondido mas foi fazendo algumas declarações críticas ao regime do atual líder do norte-coreano.